Por que tantos brasileiros com doenças graves continuam pagando IR mesmo tendo direito à isenção?
- 28 de jan.
- 2 min de leitura
A isenção do Imposto de Renda para pessoas com doenças graves é um direito previsto em lei há muitos anos. Mesmo assim, milhares de brasileiros seguem pagando imposto todos os meses e muitos nem imaginam que poderiam estar isentos ou até recuperar valores pagos nos últimos cinco anos.
A pergunta é: por que isso acontece?
A resposta está em um conjunto de fatores que mistura desinformação, burocracia e erros comuns na hora de solicitar o benefício.
Diagnóstico não é isenção e quase ninguém sabe disso
Um dos maiores motivos para tantas pessoas continuarem pagando imposto mesmo tendo doença grave é a falsa ideia de que o simples diagnóstico já garante a isenção. Na prática, não funciona assim.
A lei exige que a doença esteja comprovada de forma técnica, com documentos específicos, laudos detalhados e informações que confirmem que ela se enquadra exatamente no que a legislação prevê. É aqui que a maior parte dos pedidos trava: o contribuinte tem a doença, mas não tem o documento “redondo”.
E isso não significa que a pessoa não tem direito significa apenas que a prova apresentada não foi suficiente.
Laudos incompletos e documentos mal preparados são um grande obstáculo
A Receita Federal é rigorosa na análise. Por isso, laudos genéricos, sem CID, sem histórico, sem descrição detalhada e sem assinatura adequada do médico são motivos de indeferimento todos os dias.
O problema é que o contribuinte, por
falta de orientação, acredita que qualquer laudo serve. Resultado: o pedido é negado, e ele continua pagando imposto mesmo tendo direito.
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